diário

Lembranças de papel, porque recordar é viver.

Lembranças. 
s.f Recordação; aquilo que está guardado na memória; o que recorda uma experiência já vivida; o que expressa uma situação já passada. Lembrete; anotação do que não se pode esquecer: caderno de lembranças.





Recordar é sentir de novo aquele frio na barriga de um dia especial, é viver novamente aquele dia importante para você, é se lembrar do que já foi e ficar feliz com isso. Recordar é viver, reviver.
A única coisa que nos resta dos momentos que já foram são as memórias que guardamos. Há quanto tempo você não revive momentos no papel? Sabe aquela alegria de domingo depois do almoço por rever álbum de fotos antigos com os amigos e rir das roupas e penteados que usávamos antigamente? Ou de achar, no meio da bagunça da sua gaveta aquele diário antigo que você escrevia e agora não faz mais? Reviver lembranças é um sentimento bom de nostalgia, vontade de fazer o presente tão bom quanto o passado. Lembrar de como fomos felizes com pouca coisa. Nós não fazemos mais isso! As únicas lembranças compartilhadas são as que o Facebook nos mostra ou o seu feed no Instagram (que também não é mais usado para fotos instantâneas como no início). Agora, nossas lembranças desaparecem depois de 24h, como se não tivessem existido. Já parou para pensar?





Justamente por isso que eu incentivo guardar memórias de forma física, faz um bem danado para a alma. Recentemente eu e minha sobrinha de 7 anos personalizamos um caderno para ser "o caderno de lembranças da Sarah" e vê-la no fim do dia anotando as coisas que aconteceram, fazendo colagens e agradecendo pelo que aconteceu naquele dia, por mais simples que seja, me faz a pessoa mais feliz. É uma forma mais leve de enxergar a vida, de ver o lado bom das coisas. Eu também faço isso. Tenho uma caixa com lembranças da minha vida toda, até de cartinhas de amigas do pré e da minha primeira professora da vida. Também faço isso no meu relacionamento, guardamos bilhetes de ônibus, passagens, nota fiscais, ingressos, cartas, embalagens de presentes especiais (até uma embalagem de Hersheys de um dia especial eu guardei!) e temos a caixa de lembranças desde o início do namoro, há 5 anos atrás. 







Eu incentivo as pessoas ao meu redor a fazerem isso. Imagino eu e meu boy daqui uns anos, com filhos e tudo o mais, mostrando as nossas lembranças e contando cada parte daquela história para eles, fazendo rir e agradecendo por tudo que já vivemos e ainda viveremos. Imagino a minha sobrinha, daqui uns 10 anos lendo cada frase que ela escreveu agora, com esse jeito meigo de dizer "hoje o dia foi MAGUINÍFICO". Com erros mesmo, por que se não for pra contar a história do jeito que aconteceu, é melhor nem contar.







Eu sei que você vai sair daqui com vontade de revirar álbuns antigos, pegar um caderno e começar a guardar memórias no papel. Nem tudo tem que ser digitalizado, nossas memórias não precisam ser somente no Instagram, Facebook ou ser apagadas 24h depois no Instastories e Snapchat. A melhor forma de guardar memórias é no papel. Poder toca-las nos aproxima do que já fomos e do que queremos ser. A vida é bem mais leve quando você encontra motivos para apreciá-la. #EnjoyEveryDay

Assistam esse vídeo da minha amiga maravilhosa inspiradora com dicas para guardar recordações fora do computador. Se derretam de amores por cada frame. #Recordareviver.




Ps: As fotos foram tiradas no meu lugar preferido da vida, veja mais sobre ele aqui.

Um beijo e continuem me acompanhando, viu? <3
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bedroom

Meu lugar favorito

Com o caos da vida, um lugar para se sentir bem é essencial. Na verdade, muitas vezes esse lugar não é só um lugar. Não é questão das coisas materiais que tem nele, mas sim, da sensação que você tem ao se reconhecer em um lugar onde é permitido ser você mesmo. Costumo dizer que por mais simples que possa ser a minha vida, eu quero transformar os ambientes e deixa-los com cara de "lar". Isso não se dá pelo fato de querer sempre um lugar lindo, arrumado e bem decorado. Isso também não é sobre ter dinheiro para fazer tudo isso. A questão é sobre valorizar o que se já tem, só assim poderemos conquistar o que há por vir. Se você não é feliz com o que tem agora, quem garantirá a sua felicidade quando tiver o que almeja? Será que será suficiente para satisfazer sua vontade ou é só ganância por sempre querer mais? 




Olhe ao seu redor, quantas lembranças esse lugar te trás? E quais os sentimentos habitam nele? Transforme-o. 





Eu amo a sensação de sentar nessa mesa, ligar minha luminária (as duas eu fiz #handmade) e espairecer. Escrever, trabalhar ou simplesmente passar o tempo. Cada objeto aqui faz parte da minha história e todos complementam o que vocês podem ver nessas fotos. Eu simplesmente amo o meu quarto, da forma que ele é, do jeitinho que ele é. Não vou dizer que não mudaria nada, porque sim, eu mudaria muita coisa. Mas tudo que já tenho me faz feliz e a gente só pode mudar pra algo se isso for te deixar mais feliz ainda, concordam? 




Ame o seu redor, ame o que já possui mas não faça disso a morada do seu coração. O que viremos a ter será muito mais valioso do que tudo que já possuímos. Isso, ah, o dinheiro não pode comprar. #ThanksGod.




Luminária de garrafa + Lightbox: DIY | Tela aramada: encontra em lojas de vitrines e etc | Mouse pad: Tokstok | Porta recados mundi + cesta aramada: Daiso Japan | Porta Clips: embalagem de vidro de creme.

Um beijo e continuem me acompanhando, viu? <3
pessoais

Quando a rotina chegar: aperte o pause



rotina
substantivo feminino
  1. 1.
    caminho utilizado normalmente; itinerário habitual; rotineira.

    2.fig. hábito de fazer algo sempre do mesmo modo, mecanicamente; rotineira.

Sabe aquele dia que você deita a cabeça no travesseiro e só consegue pensar no quanto está com saudades de algo, alguém ou qualquer coisa? Daí, você liga a televisão e não vê nada importante. Vasculha o Facebook, nada de legal. Entra no Instagram, perde um tempo lá e depois vai embora. Aquela sensação de que ainda falta algo continua lá. Mas, você está muito indisposta para pensar a respeito, então, dorme. O outro dia não é muito diferente e assim os dias vão passando. Se vão, até você não aguentar mais.
Trocar o wallpaper do computador, escolher uma playlist nova para ouvir, ficar menos tempo no celular antes de dormir, aderir a um novo hábito (bom). Conhecer um lugar novo no caminho para casa, não ter que esperar o final de semana chegar para fazer coisas legais, experimentar uma bebida nova (chega de chocolate quente, eu sempre peço o mesmo). Sair com os amigos, descobrir lugares, descobrir pessoas, descobrir-se. Não ter hora para voltar pra casa, despertador para te acordar pra realidade. Quem disse que a realidade não pode ser essa? Dizem que levamos 21 dias para adicionar um novo hábito na rotina, mas, e para tirar? Já pensou em quantas coisas você faz agora com peso nas costas? Sem vontade? Já pensou em quando você deixou de fazer as coisas com excitação e agora só tem tempo para coisas monótonas? Celular desperta, mas você está muito cansada para levantar. Tá frio lá fora, mas você não tem tempo pra fazer um café da manhã com aquele capuccino da receita que você viu antes de dormir. Coloca algo pra esquentar, guarda em alguma Tupperware, sai. O ônibus já passou, que sorte, heim? Vai chegar atrasada. Corre. Chegou. Telefone tocou, hora do almoço passou e você nem viu. O que você fez até agora que fez seu coração bater? Será que você está levando a vida ou ela está te levando? Pare. Pense. Pause. 


 




Um beijo e continuem me acompanhando, viu? <3

estação da luz

Se permita ser você

Primeiramente: que saudade de escrever aqui!
Okay, vamos começar. Tem muita coisa (boa) acontecendo na minha vida desde os meses que não tenho conseguido me organizar para postar frequentemente aqui (e no youtube, instagram, facebook etc...) e eu quero separar um dia (vou precisar de uma semana inteirinha) pra contar tudo detalhadamente aqui. Mas, uma das coisas que me aconteceram foi que: finalmente descobri que posso ser eu de verdade, dessa vez 100% eu. A verdade é que eu sempre me imaginava de uma forma ou de outra e nunca realizava isso por MEDO. Achava que ia ficar horrível, que zombariam de mim e mil outras coisas. Mas, um dia dei a louca e falei VAMOS NESSA, JÁ CHEGA DE ENROLAR e passei a tesoura no meu cabelo. Detalhe que: eu estava deixando ele crescer porque amava (agora não mais) cabelo grande. Decidi cortar, viver feliz com meus cachos #originais de fábrica hahah e me deixar ser eu mesma. 





Venho me descobrindo a cada dia e isso se refletiu também no meu modo de vestir. Antigamente eu não usava tênis, achava que não combinava com nada e sempre comprava sapatilhas e coisas do tipo. Estava um dia desses numa loja quando vi esse modelo Classic da Reebook e me apaixonei. Já falei em um post aqui (confira) que também conseguimos fazer looks legais com tênis e dessa vez sou eu quem estou fazendo.





Eu amo composições monocromáticas e dessa vez a jaqueta jeans (era da minha sogra que ia jogar fora mas peguei pra mim mesmooooooo) deu um destaque na composição. Na verdade, esse look é uma releitura de um look que já postei aqui (confira). Usei as mesmas peças: calça preta de sarja e blusa ombro a ombro preta da C&A. A única coisa que mudou foi o tênis (amei!) e a jaqueta jeans que da outra vez não tinha aparecido no look ;p Me senti a minimalista dessa vez porque é a primeira vez que ~transformo~ um look e me sinto tão eu, o que me dá mais vontade ainda de aderir por peças básicas e monocromáticas.



Essas fotos também são especiais pois eu morria de vontade de fotografar em uma estação de trem/metrô e realizei esse sonho duas vezes no mesmo dia (mostro pra vcs em outro post!). Obrigada Matias, fotógrafo particular que me acompanha nas minhas aventuras loucas hahah. 

O que estou usando: 
Tênis: Reebok | Blusa: C&A | Calça de sarja: não lembro a marca | Jaqueta: | Pulseira: Life Vivara

Espero que tenham gostado do look e das fotos, me diz aí o que acharam nos comentários ;p 

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